segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Lançamento do Livro
CONVITE
Á Tutora e demais colegas da Turma 12 - Formação Continuada em EAD
Dia 02/12/2011 - ás 19:00 na CDL - Auditório Gervásio Pegado
Livro:Introdução a Metodologia do Estudo e do Trabalho Científico
Autor: Francisco Geraldo Freitas Carvalho
1ª Edição - Livro - texto com fundamentação e orientação técnico-metodológicas direcionadas para a disicplina Metodologia Trabalho Científico,nos cursos de graduação e especialização.
Conto com a presença de todos voces. Quem for por favor se apresente e diga: eu sou colega da turma de EAD - nº 12.
Um abraço a todos e até lá
Geraldo51
Á Tutora e demais colegas da Turma 12 - Formação Continuada em EAD
Dia 02/12/2011 - ás 19:00 na CDL - Auditório Gervásio Pegado
Livro:Introdução a Metodologia do Estudo e do Trabalho Científico
Autor: Francisco Geraldo Freitas Carvalho
1ª Edição - Livro - texto com fundamentação e orientação técnico-metodológicas direcionadas para a disicplina Metodologia Trabalho Científico,nos cursos de graduação e especialização.
Conto com a presença de todos voces. Quem for por favor se apresente e diga: eu sou colega da turma de EAD - nº 12.
Um abraço a todos e até lá
Geraldo51
domingo, 20 de novembro de 2011
DIÁLOGO DE PAULO FREIRE SOBRE O AMOR, A HUMILDADE, A FÉ NOS HOMENS, A ESPERANÇA E O OLHAR CRITICO.
Paulo Freire é conhecido no Brasil e além-fronteiras como grande educador usando métodos voltados para á conscientização, sendo defensor da liberdade e igualdade para todos na busca da construção e transmissão do conhecimento. Como um pensador que se comprometeu, além das ideias, com a própria vida, com a própria existência; na Pedagogia do Oprimido ele nos apresenta sua experiência cativada no exílio durante cinco anos, bem como nos mostra o papel conscientizador da educação numa ação libertadora do próprio "medo da liberdade”. Para Paulo Freire vivemos numa sociedade dividida em classes, sendo que os privilégios de uns impedem que a maioria usufrua dos bens produzidos e, coloca como um desses bens produzidos e necessários pata concretizar a vocação necessária do ser mais, a educação, da qual é excluída grande parte da população do Terceiro Mundo. Refere-se então a dois tipos de pedagogia: a pedagogia dos opressores, onde a educação existe como uma prática de dominação e a pedagogia do oprimido que precisa ser realizada para que surja uma educação com prática de liberdade.
Tenta nos repassar, no entendimento de sua cultura política educacional e social que nós precisamos desenvolver o nosso trabalho como educador e nos propomos ser, a conduzir nosso serviço educacional numa realidade pedagógica dialógica, que seja fortalecida e exercitada com base nas seguintes proposições:
O AMOR, força maior de sustentabilidade e de vínculo em qualquer serviço que predemos desenvolver em nossas vidas. Quando se faz com amor, se faz com segurança, com prazer, com objetividade e dignidade. A educação que traz como força maior o amor, ela rompe fronteiras a opressão chegando ao seu público alvo de fácil entendimento e libertadora.
A HUMILDADE é uma das grandes virtudes dos seres humano, do ser homem, do ser pedagogo, quando nos colocamos sempre como pessoas ávidas de conhecimento e sabemos ouvir, entender e compreender os outros. Precisamos sempre despertar em nós um olhar interior que seja capaz de auto avaliar e assim saber compreender e assimilar os saberes externos. É uma atitude frente ao mundo, estarmos dispostos a atender transmitir e compreender os outros.
FÉ NOS HOMENS, para que o trabalho educacional se propague e cresça no viés da conscientização e libertação, precisamos em primeiro acreditar nos homens, grandes transmissores do conhecimento, responsáveis, ontem, hoje e sempre pela construção do saber, do saber fazer e do saber fazer acontecer.
ESPERANÇA, considerada como grande força da realização da construção educacional. Temos que ter esperanças de melhorias em todos os segmentos da nossa sociedade, seja na política, na educação na saúde em fim, é a esperança que nos faz acreditar que quando realizamos nosso trabalho com amor e humildade, alcançaremos nossos objetivos, combatendo a exclusão e opressão propagadas na sociedade.
OLHAR CRÍTICO, este é responsável pela avaliação de toda relação pedagógica dialógica, precisamos saber analisar, verificar, quantificar, qualificar o trabalho desenvolvido por e pelos outros, buscando identificar os indicadores e impactos causados no desenvolvimento do processo educacional conscientizador e libertador. Saber criticar com ato de juízo, fundamentado na linha de construção de transmissão do conhecimento.
Grande Paulo Freire
Merecia ter sido clonado, permanecer sempre presente no meio de nós, vivo ele continua.
Geraldo51
Paulo Freire é conhecido no Brasil e além-fronteiras como grande educador usando métodos voltados para á conscientização, sendo defensor da liberdade e igualdade para todos na busca da construção e transmissão do conhecimento. Como um pensador que se comprometeu, além das ideias, com a própria vida, com a própria existência; na Pedagogia do Oprimido ele nos apresenta sua experiência cativada no exílio durante cinco anos, bem como nos mostra o papel conscientizador da educação numa ação libertadora do próprio "medo da liberdade”. Para Paulo Freire vivemos numa sociedade dividida em classes, sendo que os privilégios de uns impedem que a maioria usufrua dos bens produzidos e, coloca como um desses bens produzidos e necessários pata concretizar a vocação necessária do ser mais, a educação, da qual é excluída grande parte da população do Terceiro Mundo. Refere-se então a dois tipos de pedagogia: a pedagogia dos opressores, onde a educação existe como uma prática de dominação e a pedagogia do oprimido que precisa ser realizada para que surja uma educação com prática de liberdade.
Tenta nos repassar, no entendimento de sua cultura política educacional e social que nós precisamos desenvolver o nosso trabalho como educador e nos propomos ser, a conduzir nosso serviço educacional numa realidade pedagógica dialógica, que seja fortalecida e exercitada com base nas seguintes proposições:
O AMOR, força maior de sustentabilidade e de vínculo em qualquer serviço que predemos desenvolver em nossas vidas. Quando se faz com amor, se faz com segurança, com prazer, com objetividade e dignidade. A educação que traz como força maior o amor, ela rompe fronteiras a opressão chegando ao seu público alvo de fácil entendimento e libertadora.
A HUMILDADE é uma das grandes virtudes dos seres humano, do ser homem, do ser pedagogo, quando nos colocamos sempre como pessoas ávidas de conhecimento e sabemos ouvir, entender e compreender os outros. Precisamos sempre despertar em nós um olhar interior que seja capaz de auto avaliar e assim saber compreender e assimilar os saberes externos. É uma atitude frente ao mundo, estarmos dispostos a atender transmitir e compreender os outros.
FÉ NOS HOMENS, para que o trabalho educacional se propague e cresça no viés da conscientização e libertação, precisamos em primeiro acreditar nos homens, grandes transmissores do conhecimento, responsáveis, ontem, hoje e sempre pela construção do saber, do saber fazer e do saber fazer acontecer.
ESPERANÇA, considerada como grande força da realização da construção educacional. Temos que ter esperanças de melhorias em todos os segmentos da nossa sociedade, seja na política, na educação na saúde em fim, é a esperança que nos faz acreditar que quando realizamos nosso trabalho com amor e humildade, alcançaremos nossos objetivos, combatendo a exclusão e opressão propagadas na sociedade.
OLHAR CRÍTICO, este é responsável pela avaliação de toda relação pedagógica dialógica, precisamos saber analisar, verificar, quantificar, qualificar o trabalho desenvolvido por e pelos outros, buscando identificar os indicadores e impactos causados no desenvolvimento do processo educacional conscientizador e libertador. Saber criticar com ato de juízo, fundamentado na linha de construção de transmissão do conhecimento.
Grande Paulo Freire
Merecia ter sido clonado, permanecer sempre presente no meio de nós, vivo ele continua.
Geraldo51
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Consciência e Intencionalidade
Franz Brentano: mestre de Husserl
Vivência (Erlebnis) é todo o ato psíquico; a Fenomenologia, ao envolver o estudo de todas as vivências, tem que englobar o estudo dos objetos das vivências, porque as vivências são intencionais e é nelas essencial a referência a um objeto. A consciência é caracterizada pela intencionalidade, porque ela é sempre a consciência de alguma coisa. Essa intencionalidade é a essência da consciência que é representada pelo significado, o nome pelo qual a consciência se dirige a cada objeto.
Em “A Psicologia de um ponto de vista empírico"- 1874 - Franz Brentano afirma: "Podemos assim definir os fenômenos psíquicos dizendo que eles são aqueles fenômenos os quais, precisamente por serem intencionais, contêm neles próprios um objeto". Isto equivale afirmar, como Husserl, que os objetos dos fenômenos psíquicos independem da existência de sua réplica exata no mundo real porque contêm o próprio objeto. A descrição de atos mentais, assim, envolve a descrição de seus objetos, mas somente como fenômenos e sem assumir ou afirmar sua existência no mundo empírico. O objeto não precisa de fato existir. Foi um uso novo do termo "intencionalidade" que antes se aplicava apenas ao direcionamento da vontade.
Geraldo51
Franz Brentano: mestre de Husserl
Vivência (Erlebnis) é todo o ato psíquico; a Fenomenologia, ao envolver o estudo de todas as vivências, tem que englobar o estudo dos objetos das vivências, porque as vivências são intencionais e é nelas essencial a referência a um objeto. A consciência é caracterizada pela intencionalidade, porque ela é sempre a consciência de alguma coisa. Essa intencionalidade é a essência da consciência que é representada pelo significado, o nome pelo qual a consciência se dirige a cada objeto.
Em “A Psicologia de um ponto de vista empírico"- 1874 - Franz Brentano afirma: "Podemos assim definir os fenômenos psíquicos dizendo que eles são aqueles fenômenos os quais, precisamente por serem intencionais, contêm neles próprios um objeto". Isto equivale afirmar, como Husserl, que os objetos dos fenômenos psíquicos independem da existência de sua réplica exata no mundo real porque contêm o próprio objeto. A descrição de atos mentais, assim, envolve a descrição de seus objetos, mas somente como fenômenos e sem assumir ou afirmar sua existência no mundo empírico. O objeto não precisa de fato existir. Foi um uso novo do termo "intencionalidade" que antes se aplicava apenas ao direcionamento da vontade.
Geraldo51
sábado, 12 de novembro de 2011
Profissão Professor
Aprender Sempre
" A formação continuada não é nada passageira. Reflete o mundo cada vez mais veloz em que vivemos, que se renova a cada instante"
Ricardo Prado
Revista Nova Escola
Geraldo51
" A formação continuada não é nada passageira. Reflete o mundo cada vez mais veloz em que vivemos, que se renova a cada instante"
Ricardo Prado
Revista Nova Escola
Geraldo51
domingo, 6 de novembro de 2011
UTILIZAÇÃO DO PORTFÓLIO NA AVALIAÇÃO DO ENSINO A DISTÂNCIA
Acreditamos que as vozes dos especialistas em avaliação que apregoam a quebra dos velhos paradigmas já estejam sendo ouvidas e compreendidas. A avaliação da aprendizagem está vivendo uma nova era, em que poucos são aqueles docentes que ainda ignoram as características de uma avaliação da aprendizagem democrática, justa, qualitativa e significante. Outros, também muito poucos, além de conhecer os novos paradigmas, já estão à procura de novas formas, de novas técnicas e novos instrumentos que permitam colocar a teoria em prática. Este trabalho versa sobre o portfólio, uma técnica que acreditamos constituir um caminho adequado para a avaliação continuada, de grande utilidade na avaliação qualitativa e especialmente na avaliação do ensino à distância.
O PORTFÓLIO – SUA CONSTRUÇÃO E SUAS VIRTUDES
O portfólio consiste, na sua essência, de uma pasta individual, na qual são colecionados os trabalhos realizados pelo aluno, no decorrer dos seus estudos de uma disciplina, de um curso, ou mesmo durante alguns anos, como ao longo de um ciclo de estudos. Gardner (1995) o define como um local para colecionar todos os passos percorridos pelo aluno ao longo da trajetória de sua aprendizagem.
A coletânea de trabalhos, provas, exercícios, contidos na pasta individual, permite construir, entre outras coisas, o perfil acadêmico do aluno, refletindo o ritmo e a direção de seu crescimento, os temas de seu interesse, suas dificuldades e o potencial a ser desenvolvido.
Além de sua própria produção acadêmica, o aluno é incentivado a colecionar, no portfólio o registro de suas reflexões e impressões sobre a disciplina ou curso, opiniões, dúvidas, dificuldades, reações aos conteúdos e aos textos indicados, às técnicas de ensino, sentimentos, situações vividas nas relações interpessoais e outros aspectos. No momento devido, todo esse material colecionado poderá oferecer subsídios para a avaliação do aluno, do professor, dos conteúdos e das metodologias de ensino, assim como para estimar o impacto da disciplina, curso ou programa educacional.
Os dados e impressões devem ser registrados diariamente, o que imprime à coletânea de documentos contidos no portfólio um significado muito mais amplo e realista, do que as informações que resultam de avaliações pontuais realizadas em situação de exame. De fato, as anotações diárias, que poderíamos chamar de o diário do aluno, fornecem uma imagem em movimento contínuo, identificando o percurso caminhado. Além disso, a ordem cronológica da produção aponta o ritmo e o sentido do desenvolvimento, enquanto as provas constituem a expressão de um momento, a imagem estática de um instante da vida acadêmica.
Esse sentido dinâmico do portfólio levou Gardner (1995) a propor que sua denominação fosse substituída para processo-fólio. Sem adotar a sugestão do autor, consideramos o portfólio o instrumento que mais se adequa, tanto ao princípio da avaliação como um processo contínuo, como ao princípio da avaliação integral.
Por possuir um lado pouco formal, o portfólio pode incluir notas alternativas, comentários e reflexões que permitem resgatar e comparar o caminho da aprendizagem, identificar os bloqueios, os obstáculos vencidos, as formas utilizadas para enfrentar e superar as dificuldades.
Observe-se que a análise do portfólio deve considerar a coletânea de dados como um todo, e a perspectiva do aluno que está no centro do processo, fazendo predominar as funções diagnóstica e formativa, e abandonando a concepção de avaliação quantitativa, ligada a padrões pré-definidos, muitas vezes construídos para justificar práticas seletivas e mecanismos de exclusão.
Nessa perspectiva, percebe-se que a avaliação por meio do portfólio está em perfeita consonância com princípios da abordagem Construtivista, tais como: o conhecimento é construído; a construção do conhecimento se efetiva por meio de experiência vivida pelo próprio aluno; o contexto cultural e social em que a experiência se processa é que determina a forma como o conhecimento é construído.
Na visão construtivista, o conhecimento construído reflete a realidade da perspectiva do aluno que o construiu, ou seja, o conhecimento provém da atividade do aprendiz e tem se construído em relação com a sua ação e sua experiência do mundo (Clancey, 1991). Temos então que, se os alunos ocupam diferentes contextos, os saberes por eles construídos resultam de processos de aprendizagem diferentes. Sendo assim, não haveria conhecimento homogêneo e, portanto, a avaliação não pode se basear em padrões pré-estabelecidos.
Geraldo51
Acreditamos que as vozes dos especialistas em avaliação que apregoam a quebra dos velhos paradigmas já estejam sendo ouvidas e compreendidas. A avaliação da aprendizagem está vivendo uma nova era, em que poucos são aqueles docentes que ainda ignoram as características de uma avaliação da aprendizagem democrática, justa, qualitativa e significante. Outros, também muito poucos, além de conhecer os novos paradigmas, já estão à procura de novas formas, de novas técnicas e novos instrumentos que permitam colocar a teoria em prática. Este trabalho versa sobre o portfólio, uma técnica que acreditamos constituir um caminho adequado para a avaliação continuada, de grande utilidade na avaliação qualitativa e especialmente na avaliação do ensino à distância.
O PORTFÓLIO – SUA CONSTRUÇÃO E SUAS VIRTUDES
O portfólio consiste, na sua essência, de uma pasta individual, na qual são colecionados os trabalhos realizados pelo aluno, no decorrer dos seus estudos de uma disciplina, de um curso, ou mesmo durante alguns anos, como ao longo de um ciclo de estudos. Gardner (1995) o define como um local para colecionar todos os passos percorridos pelo aluno ao longo da trajetória de sua aprendizagem.
A coletânea de trabalhos, provas, exercícios, contidos na pasta individual, permite construir, entre outras coisas, o perfil acadêmico do aluno, refletindo o ritmo e a direção de seu crescimento, os temas de seu interesse, suas dificuldades e o potencial a ser desenvolvido.
Além de sua própria produção acadêmica, o aluno é incentivado a colecionar, no portfólio o registro de suas reflexões e impressões sobre a disciplina ou curso, opiniões, dúvidas, dificuldades, reações aos conteúdos e aos textos indicados, às técnicas de ensino, sentimentos, situações vividas nas relações interpessoais e outros aspectos. No momento devido, todo esse material colecionado poderá oferecer subsídios para a avaliação do aluno, do professor, dos conteúdos e das metodologias de ensino, assim como para estimar o impacto da disciplina, curso ou programa educacional.
Os dados e impressões devem ser registrados diariamente, o que imprime à coletânea de documentos contidos no portfólio um significado muito mais amplo e realista, do que as informações que resultam de avaliações pontuais realizadas em situação de exame. De fato, as anotações diárias, que poderíamos chamar de o diário do aluno, fornecem uma imagem em movimento contínuo, identificando o percurso caminhado. Além disso, a ordem cronológica da produção aponta o ritmo e o sentido do desenvolvimento, enquanto as provas constituem a expressão de um momento, a imagem estática de um instante da vida acadêmica.
Esse sentido dinâmico do portfólio levou Gardner (1995) a propor que sua denominação fosse substituída para processo-fólio. Sem adotar a sugestão do autor, consideramos o portfólio o instrumento que mais se adequa, tanto ao princípio da avaliação como um processo contínuo, como ao princípio da avaliação integral.
Por possuir um lado pouco formal, o portfólio pode incluir notas alternativas, comentários e reflexões que permitem resgatar e comparar o caminho da aprendizagem, identificar os bloqueios, os obstáculos vencidos, as formas utilizadas para enfrentar e superar as dificuldades.
Observe-se que a análise do portfólio deve considerar a coletânea de dados como um todo, e a perspectiva do aluno que está no centro do processo, fazendo predominar as funções diagnóstica e formativa, e abandonando a concepção de avaliação quantitativa, ligada a padrões pré-definidos, muitas vezes construídos para justificar práticas seletivas e mecanismos de exclusão.
Nessa perspectiva, percebe-se que a avaliação por meio do portfólio está em perfeita consonância com princípios da abordagem Construtivista, tais como: o conhecimento é construído; a construção do conhecimento se efetiva por meio de experiência vivida pelo próprio aluno; o contexto cultural e social em que a experiência se processa é que determina a forma como o conhecimento é construído.
Na visão construtivista, o conhecimento construído reflete a realidade da perspectiva do aluno que o construiu, ou seja, o conhecimento provém da atividade do aprendiz e tem se construído em relação com a sua ação e sua experiência do mundo (Clancey, 1991). Temos então que, se os alunos ocupam diferentes contextos, os saberes por eles construídos resultam de processos de aprendizagem diferentes. Sendo assim, não haveria conhecimento homogêneo e, portanto, a avaliação não pode se basear em padrões pré-estabelecidos.
Geraldo51
Avaliação de Portfólio
Avaliação de Portfólio
Vivenciei uma situação semelhante a esta este ano em Russas, a aluna passou por um problema familiar e atrasou o envio do material para o portfólio, como era permitido, consultei o professor conteudista e ele me orientou que corrigisse o trabalho e fizesse um controle paralelo, no final do módulo eu incluiria a nota, e assim procedi.
Não sou favorável está concedendo exceções, até porque termina virando regra, mas às vezes é necessário. No meu ponto de vista o aluno precisa cumprir datas e respeitá-las se não fica difícil de controlar. O aluno já informado previamente quanto às datas ele precisa se disciplinar e cumprir, acha ser um ponto fundamental e básico na EAD, precisamos conscientizar o aluno de sua responsabilidade de cumprir datas e trabalhos.
Hoje, digo duas messes atrás, na coordenação da Administração em Gestão Pública, foi enviado um eamil a todos os tutores informando que: não podemos mais receber trabalhos fora do prazo, caso ocorra ALGUMMA ANORMALIDADE, o caso é submetido à apreciação da coordenação, só a aprovação é que podemos acatar.
Geraldo51
Vivenciei uma situação semelhante a esta este ano em Russas, a aluna passou por um problema familiar e atrasou o envio do material para o portfólio, como era permitido, consultei o professor conteudista e ele me orientou que corrigisse o trabalho e fizesse um controle paralelo, no final do módulo eu incluiria a nota, e assim procedi.
Não sou favorável está concedendo exceções, até porque termina virando regra, mas às vezes é necessário. No meu ponto de vista o aluno precisa cumprir datas e respeitá-las se não fica difícil de controlar. O aluno já informado previamente quanto às datas ele precisa se disciplinar e cumprir, acha ser um ponto fundamental e básico na EAD, precisamos conscientizar o aluno de sua responsabilidade de cumprir datas e trabalhos.
Hoje, digo duas messes atrás, na coordenação da Administração em Gestão Pública, foi enviado um eamil a todos os tutores informando que: não podemos mais receber trabalhos fora do prazo, caso ocorra ALGUMMA ANORMALIDADE, o caso é submetido à apreciação da coordenação, só a aprovação é que podemos acatar.
Geraldo51
sábado, 5 de novembro de 2011
Simbolo @
O CONCEITO DE GESTÃO PARTICIPATIVA
DISASTER PREPAREDNESS PLANNING »
A origem do símbolo @
Na Idade Média, os livros eram escritos à mão pelos copistas. Os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas, e o motivo era de ordem económica: tinta e papel eram então valiosíssimos. Com o recurso do entrelaçamento de duas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de em “casa de”.
Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas o símbolo @ continuou a ser usado nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades de mercadoria e o preço por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma. Nessa época, o símbolo @ já ficou conhecido, em inglês, como at (a ou em).
No séc. XIX, nos portos da Catalunha, o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e mensuráveis dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo seria uma unidade de peso. Para esse entendimento colaboraram duas coincidências: a unidade de peso comum para os espanhóis na época era arroba, cujo a inicial lembra a forma do símbolo; os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba.
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos. O teclado tinha o símbolo comercial @, que sobreviveu nos teclados dos computadores. Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Ray Tomlinson aproveitou o sentido do símbolo @ (at), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim, Fulano@ProvedorX ficou significando Fulano no ProvedorX.
Em diversos idiomas, o símbolo @ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em italiano, chiocciola (caracol); em sueco, snabel (tromba de elefante); em holandês: apestaart (rabo de macaco); noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários países europeus.
Esta entrada foi publicada em Terça-feira, 31 de Julho de 2007 às 14:37 e está arquivada em Curiosidades. Poderá seguir as respostas a esta entrada através da alimentação RSS 2.0. Poderá deixar uma resposta ou trackback a partir do seu Web site.
Geraldo 51
DISASTER PREPAREDNESS PLANNING »
A origem do símbolo @
Na Idade Média, os livros eram escritos à mão pelos copistas. Os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas, e o motivo era de ordem económica: tinta e papel eram então valiosíssimos. Com o recurso do entrelaçamento de duas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de em “casa de”.
Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas o símbolo @ continuou a ser usado nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades de mercadoria e o preço por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma. Nessa época, o símbolo @ já ficou conhecido, em inglês, como at (a ou em).
No séc. XIX, nos portos da Catalunha, o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e mensuráveis dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo seria uma unidade de peso. Para esse entendimento colaboraram duas coincidências: a unidade de peso comum para os espanhóis na época era arroba, cujo a inicial lembra a forma do símbolo; os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba.
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos. O teclado tinha o símbolo comercial @, que sobreviveu nos teclados dos computadores. Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Ray Tomlinson aproveitou o sentido do símbolo @ (at), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim, Fulano@ProvedorX ficou significando Fulano no ProvedorX.
Em diversos idiomas, o símbolo @ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em italiano, chiocciola (caracol); em sueco, snabel (tromba de elefante); em holandês: apestaart (rabo de macaco); noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários países europeus.
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Geraldo 51
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
O HOMEM NOVO, A MULHER NOVA E A EDUCAÇÃO
Uma das características mais importantes do homem novo e da mulher nova é a certeza que têm de que não podem parar de caminhar e a certeza de que cedo o novo fica velho se não se renovar. A educação das crianças, dos jovens e dos adultos tem uma importância muito grande na formação do homem novo e da mulher nova. Ela tem de ser uma educação nova também, que estamos procurando por em prática de acordo com as possibilidades. Uma educação completamente diferente da educação colonial. Uma educação pelo trabalho, que estimule a colaboração e não a competição. Uma educação que dê valor à ajuda mútua e não ao individualismo, que desenvolva o espírito crítico e a criatividade, e não a passividade. Uma educação que se fundamente na unidade entre a prática e a teoria, entre o trabalho manual e o trabalho intelectual e que, por isso, incentive os educandos a pensar certo. Uma educação que não favoreça a mentira, as ideias falsas, a indisciplina. Uma educação política, tão política quando qualquer outra educação, mas que tenta passar por neutra. Ao proclamar que não é neutra, que a neutralidade é impossível, afirma que sua prática é a dos interesses do nosso Povo.
Paulo Freire
(A importância do Ato de Ler, 1981)
Geraldo 51
Uma das características mais importantes do homem novo e da mulher nova é a certeza que têm de que não podem parar de caminhar e a certeza de que cedo o novo fica velho se não se renovar. A educação das crianças, dos jovens e dos adultos tem uma importância muito grande na formação do homem novo e da mulher nova. Ela tem de ser uma educação nova também, que estamos procurando por em prática de acordo com as possibilidades. Uma educação completamente diferente da educação colonial. Uma educação pelo trabalho, que estimule a colaboração e não a competição. Uma educação que dê valor à ajuda mútua e não ao individualismo, que desenvolva o espírito crítico e a criatividade, e não a passividade. Uma educação que se fundamente na unidade entre a prática e a teoria, entre o trabalho manual e o trabalho intelectual e que, por isso, incentive os educandos a pensar certo. Uma educação que não favoreça a mentira, as ideias falsas, a indisciplina. Uma educação política, tão política quando qualquer outra educação, mas que tenta passar por neutra. Ao proclamar que não é neutra, que a neutralidade é impossível, afirma que sua prática é a dos interesses do nosso Povo.
Paulo Freire
(A importância do Ato de Ler, 1981)
Geraldo 51
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Bom dia a todos
Posso dizer que nos meses setembro e outubro vivenciei uma experiência semelhante a de Vanessa. Eu ensino nos turnos da manhã e noite na faculdade nos cursos de graduação tecnológica. Aos sábados geralmente viajo para lecionar nos cursos de pós graduação. Nesse perído consegui concluir, terminei de escrever o livro que vou lançar no dia 02 de dezembro ( era um grande sonho meu, hoje realidade): Metodolgia do Estudo e do Trabalho Científico,aproveito para convidar voces todos inclusive a nossa tutora, será na CDL.Estou participando deste curso que consome parte do meu tempo e ainda me increvi para o mestrado de políticas públicas na UECE onde irei fazer provas no dia 25.11, quem gostar de orar, faça suas preces por mim, de coração, ficarei muito grato.
A tempestade maior já passou, olivro está impresso tenho que me preocupar com o lançamento.Qaunto ao mestrado vou iniciar com a leitura dos textos e resenhas pois não há mais tempo para ler livros. Cofesso que teve dias que eu me deitava e não conseguia dormir, . a cabeça não parava de pensar. Hoje estou mais aliviado e feliz.
Como vencer batalhas é essencial traçar estratégias, com fé, cnfiança e objetividade, estou vencendo as erapas da vida.
A todos voces um grande abraço e uma boa semana.
Posso dizer que nos meses setembro e outubro vivenciei uma experiência semelhante a de Vanessa. Eu ensino nos turnos da manhã e noite na faculdade nos cursos de graduação tecnológica. Aos sábados geralmente viajo para lecionar nos cursos de pós graduação. Nesse perído consegui concluir, terminei de escrever o livro que vou lançar no dia 02 de dezembro ( era um grande sonho meu, hoje realidade): Metodolgia do Estudo e do Trabalho Científico,aproveito para convidar voces todos inclusive a nossa tutora, será na CDL.Estou participando deste curso que consome parte do meu tempo e ainda me increvi para o mestrado de políticas públicas na UECE onde irei fazer provas no dia 25.11, quem gostar de orar, faça suas preces por mim, de coração, ficarei muito grato.
A tempestade maior já passou, olivro está impresso tenho que me preocupar com o lançamento.Qaunto ao mestrado vou iniciar com a leitura dos textos e resenhas pois não há mais tempo para ler livros. Cofesso que teve dias que eu me deitava e não conseguia dormir, . a cabeça não parava de pensar. Hoje estou mais aliviado e feliz.
Como vencer batalhas é essencial traçar estratégias, com fé, cnfiança e objetividade, estou vencendo as erapas da vida.
A todos voces um grande abraço e uma boa semana.
sábado, 15 de outubro de 2011
Notícia
Mackenzie seleciona e capacita professores para atuar em
Timor-Leste
Em mais uma ação de internacionalização e cooperação com Timor-Leste, a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) promove a seleção e capacitação de 49 docentes lusófonos para atuação temporária no país asiático de língua portuguesa. As inscrições, para pós-graduados com titulação mínima de Mestre, estão abertas até o próximo sábado, 8 de outubro. O período de atuação na Universidade Nacional do Timor-Leste (UNTL) vai de fevereiro a novembro de 2012 (com recesso em julho), por uma bolsa-salário no valor de US$ 3.500,00 mensais (em dólares norte-americanos). A seleção é composta por quatro etapas: análise de documentação, pré-seleção (com base na avaliação de carta de interesse e currículo dos candidatos), seleção propriamente dita (com base em Plano de Trabalho do candidato e entrevista) e curso preparatório. Administração Pública, Contabilidade e Economia são algumas das áreas com vagas. Leia mais.
Fonte:
Mackenzie
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Timor-Leste
Em mais uma ação de internacionalização e cooperação com Timor-Leste, a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) promove a seleção e capacitação de 49 docentes lusófonos para atuação temporária no país asiático de língua portuguesa. As inscrições, para pós-graduados com titulação mínima de Mestre, estão abertas até o próximo sábado, 8 de outubro. O período de atuação na Universidade Nacional do Timor-Leste (UNTL) vai de fevereiro a novembro de 2012 (com recesso em julho), por uma bolsa-salário no valor de US$ 3.500,00 mensais (em dólares norte-americanos). A seleção é composta por quatro etapas: análise de documentação, pré-seleção (com base na avaliação de carta de interesse e currículo dos candidatos), seleção propriamente dita (com base em Plano de Trabalho do candidato e entrevista) e curso preparatório. Administração Pública, Contabilidade e Economia são algumas das áreas com vagas. Leia mais.
Fonte:
Mackenzie
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Como surgiu o Dia do Professor
Como surgiu o Dia do Professor?
Escrito por Gestor
Sex, 14 de Outubro de 2011 01:00
Um pouco de história sobre esse importante dia para os educadores.
O Dia do Professor, instituído no Brasil por um decreto imperial assinado pelo D. Pedro I, no dia 15 de outubro de 1827, foi uma homenagem à Santa Teresa de Ávila, religiosa e escritora espanhola, considerada a Padroeira dos Professores.
No decreto, o imperador determinou a criação do Ensino Elementar no Brasil, e que em todas as cidades, vilas e lugarejos houvessem escolas de primeiras letras. Determinava ainda a forma de contratação de docentes, matérias básicas a serem ensinadas, salários dos professores e descentralização do ensino.
Essa lei nunca foi inteiramente cumprida. Seria preciso esperar 120 anos para que a data fosse comemorada. Em 1947, professores do antigo Ginásio Caetano de Campos, o “Caetaninho”, então localizado na Rua Augusta, em São Paulo, tiveram a iniciativa de criar uma data que louvasse a profissão do saber.
Capitaneada pelos professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira, Claudino Busko e Salomão Becker, a ideia ganhou forma na região e no resto do Brasil, sendo oficialmente registrada no dia 14 de outubro de 1963, pelo Decreto Federal 52.682, sancionado pelo então presidente João Goulart.
A data de 15 de outubro foi inspirada pelo professor Salomão Becker, por uma lembrança de infância, quando professores e alunos da Escola Normal Oficial de Piracicaba (hoje Instituto de Educação Sud Menucci), onde o mesmo havia estudado e por onde se formavam professores do ensino básico, trouxeram doces de casa para uma confraternização.
A iniciativa foi considerada um sucesso, sendo repetida por vários anos. Uma curiosidade diz respeito a alguns países da Ásia, como Vietnã, Taiwan e Coréia do Sul. Nesses países, os mestres recebem flores de seus alunos, enquanto antigos estudantes visitam seus antigos professores em suas casas, levando-lhes flores, doces e cartões como sinal de consideração e apreço.
Algumas outras tentativas de prestar uma homenagem aos professores no Brasil datam da década de 1930, com a Festa do Nosso Mestre, criada pela Associação de Professores Católicos do Distrito Federal (na época, o Rio de Janeiro), como também o Dia da Mestra, criado pelo Departamento de Ensino Primário, também no Rio, mas acabaram não vingando.
Como o D. Pedro I, a casa Bragança ainda contribuiria com a valorização da profissão do ensino, através de D. Pedro II, que disse: “Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro”.
Fontes:
Unigente (http://www.unigente.com/professor.php)
Educação (http://www.contee.org.br/noticias/educacao/nedu15.asp
Após ler mensagem achei oportuna enviar para voces.
FELIZ DIA DO PROFESSOR
Um abraço a todos
Escrito por Gestor
Sex, 14 de Outubro de 2011 01:00
Um pouco de história sobre esse importante dia para os educadores.
O Dia do Professor, instituído no Brasil por um decreto imperial assinado pelo D. Pedro I, no dia 15 de outubro de 1827, foi uma homenagem à Santa Teresa de Ávila, religiosa e escritora espanhola, considerada a Padroeira dos Professores.
No decreto, o imperador determinou a criação do Ensino Elementar no Brasil, e que em todas as cidades, vilas e lugarejos houvessem escolas de primeiras letras. Determinava ainda a forma de contratação de docentes, matérias básicas a serem ensinadas, salários dos professores e descentralização do ensino.
Essa lei nunca foi inteiramente cumprida. Seria preciso esperar 120 anos para que a data fosse comemorada. Em 1947, professores do antigo Ginásio Caetano de Campos, o “Caetaninho”, então localizado na Rua Augusta, em São Paulo, tiveram a iniciativa de criar uma data que louvasse a profissão do saber.
Capitaneada pelos professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira, Claudino Busko e Salomão Becker, a ideia ganhou forma na região e no resto do Brasil, sendo oficialmente registrada no dia 14 de outubro de 1963, pelo Decreto Federal 52.682, sancionado pelo então presidente João Goulart.
A data de 15 de outubro foi inspirada pelo professor Salomão Becker, por uma lembrança de infância, quando professores e alunos da Escola Normal Oficial de Piracicaba (hoje Instituto de Educação Sud Menucci), onde o mesmo havia estudado e por onde se formavam professores do ensino básico, trouxeram doces de casa para uma confraternização.
A iniciativa foi considerada um sucesso, sendo repetida por vários anos. Uma curiosidade diz respeito a alguns países da Ásia, como Vietnã, Taiwan e Coréia do Sul. Nesses países, os mestres recebem flores de seus alunos, enquanto antigos estudantes visitam seus antigos professores em suas casas, levando-lhes flores, doces e cartões como sinal de consideração e apreço.
Algumas outras tentativas de prestar uma homenagem aos professores no Brasil datam da década de 1930, com a Festa do Nosso Mestre, criada pela Associação de Professores Católicos do Distrito Federal (na época, o Rio de Janeiro), como também o Dia da Mestra, criado pelo Departamento de Ensino Primário, também no Rio, mas acabaram não vingando.
Como o D. Pedro I, a casa Bragança ainda contribuiria com a valorização da profissão do ensino, através de D. Pedro II, que disse: “Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro”.
Fontes:
Unigente (http://www.unigente.com/professor.php)
Educação (http://www.contee.org.br/noticias/educacao/nedu15.asp
Após ler mensagem achei oportuna enviar para voces.
FELIZ DIA DO PROFESSOR
Um abraço a todos
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Experiência em EAD
A primeira vez que eu tive participação em cursos foi através da Fundação Demócrito Rocha, por sinal fiz tres cursos. Gostei do processo e também do nível de avaliação. Depois fiz alguns cursos vinculados a ESAF, me deparei com conteúdos mais aprofundados e critérios mais rigorossos inclusive em se tratando de avaliação, mas o curso que participei e que mais me envolvi, foi de formação de tutores. oferecido pela UFC, serviu de base proporcionado grande bagagem para a minha formação como tutor. Depois deste curso, aí sim, eu me senti realamente preparado e mais seguro para desenvolver atividade de tutor.
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